Identidade visual · Direção A · Instrumento
Três classes de sinais, uma saída calculada.
Sistema de identidade para o motor de fusão multimodal da Dei Corpus, software de investigação que corre apenas sobre dados sintéticos. Escrito para ser lido por comités de avaliação, hospitais, reguladores e investidores institucionais, por esta ordem.
Convergência · três entradas, uma saída
Corpus evoca em simultâneo o corpo humano e um corpus de dados estruturado. Dei permanece deliberadamente ambíguo. A identidade visual decide qual das leituras vence, e a decisão é institucional.
O corpo lido como corpus: classes de sinais que hoje vivem em sistemas separados, referidas ao mesmo eixo temporal. É esta a leitura que aparece no sítio, em candidaturas, em documentação regulamentar e em materiais para hospitais. Não traduzimos Dei de forma ativa.
A camada pessoal do fundador fica disponível para quem quiser aprofundar, em entrevistas longas ou na história de fundação. Nunca é o primeiro plano nem material de marketing.
Três classes de sinais, uma saída calculada.
Descreve a forma da entrada e a forma da saída. Não diz o que a saída significa, não a apresenta como resultado, e não contém uma palavra de exatidão. É a mesma frase que o sítio usa em português, servida do mesmo ficheiro de conteúdo, para as duas superfícies não poderem divergir. Substituiu a formulação anterior em agosto de 2026, pelas razões registadas em §7.
O software recebe classes de sinais com ritmos diferentes e devolve uma saída. A marca desenha exatamente isso: três traços de carácter deliberadamente distinto, um angular, um ondulante e um em degraus, que convergem num nó e saem como uma só linha. O anel é uma marca de alinhamento de instrumento e não um símbolo. A geometria abaixo é a que está em produção, copiada do componente que a desenha no sítio.
Grelha de 240 por 128. O nó fica em (166, 70), a 69% da largura e a 55% da altura, fora do centro nos dois eixos. As entradas chegam a cerca de 205, 180 e 152 graus e a saída parte a 0. Anel de raio 9. Área de proteção mínima igual a 2r, ou seja 18 unidades, em todos os lados.
As entradas têm traço de 1,75 e a saída 2,25, porque a saída transporta as três. O anel e as marcas de alinhamento ficam em 1,25. Cada traço tem remates e juntas próprios: esquadria no angular, redondo no ondulante, a direito no de degraus. Uniformizar os remates apaga a diferença entre as classes, que é o assunto da marca.
24 px de altura em ecrã, 8 mm em impressão. Abaixo destes valores usa-se apenas o nó com a linha de saída, sem os traços de entrada.
Há duas marcas de alinhamento, nunca quatro, e nenhuma é ortogonal à linha de saída. Nada é desenhado por baixo do nó e só um risco curto fica por cima. Nenhum recorte desta marca resolve numa cruz, que é a leitura que o setor arrasta e que este sistema recusa em §1.
Não rodar, não aplicar gradiente, não preencher o nó a dourado metálico, não fechar o anel em cruz, não converter os traços numa linha de ECG literal, não redesenhar as entradas com o mesmo ritmo.
Hélice de ADN, linha de batimento cardíaco, cruz médica, molécula ou hexágono, rede de nós de inteligência artificial, silhueta humana, estetoscópio. Todos são clichés saturados no setor e comprometem a diferenciação junto de avaliadores que veem centenas de candidaturas.
A superfície por defeito em ecrã é escura. O papel quente existe, mas como superfície de documento, nunca como fundo principal digital: liderar com off-white quente lê como wellness e não como engenharia.
| Combinação | Rácio | Texto normal | Uso permitido |
|---|---|---|---|
| Paper sobre Ink | 16,28:1 | AAA | Títulos |
| Paper sobre Ink raised | 15,14:1 | AAA | Títulos dentro de cartões |
| Haze sobre Ink | 14,80:1 | AAA | Texto corrente |
| Midnight sobre Paper | 13,89:1 | AAA | Documento impresso, espécimes |
| Haze sobre Midnight | 12,63:1 | AAA | Faixa de estado, texto obrigatório |
| Mist sobre Ink | 7,35:1 | AAA | Texto secundário |
| Mist sobre Ink raised | 6,83:1 | AA | Texto secundário dentro de cartões |
| Amber sobre Ink | 5,86:1 | AA | Texto de acento, ícones |
| Slate sobre Paper | 5,20:1 | AA | Legendas sobre papel |
| Amber sobre Midnight | 5,00:1 | AA | Acento na faixa de estado |
| Muted sobre Ink | 4,95:1 | AA | Legendas e metadados |
| Muted sobre Ink raised | 4,60:1 | AA | Legendas dentro de cartões |
| Slate sobre Ink | 3,13:1 | Falha | Proibido em texto. Usar Muted |
| Amber sobre Paper | 2,78:1 | Falha | Falha também o mínimo de 3:1 para texto grande e para elemento gráfico essencial. Só ornamento |
A tabela da v0.1 dava ao âmbar sobre Paper uma isenção para display acima de 36 px. Está errada: 2,78:1 fica abaixo do mínimo de 3:1 que o WCAG 2.2 exige para texto grande e para elementos gráficos essenciais, pelo que o par não é utilizável em nada que carregue informação. Cada linha desta tabela foi recalculada e verificada contra os hex acima.
Toda a banda de conteúdo declara a sua própria cor de fundo, incluindo este ficheiro. Um documento que dependa do fundo do contentor fica ilegível assim que for aberto num visualizador que force tema claro, e um texto ilegível num manual de marca de software regulado é uma falha de conteúdo e não de estilo. A raiz declara também color-scheme: dark, para os controlos de formulário e as barras de deslocamento seguirem a mesma decisão.
O âmbar foi dessaturado face à proposta inicial precisamente para deixar de ler como ouro. Continua a ser o elemento de maior risco do sistema: aplicado em excesso, ou com acabamento metálico, arrasta a marca para luxo, banca ou território eclesiástico. Um acento por vista, sem gradientes, sem dourado.
A deficiência de visão cromática vermelho-verde afeta cerca de 1 em cada 12 homens. Numa interface técnica isto não é uma questão estética: se a cor for o único codificador, uma parte previsível dos leitores perde a distinção e fica sem forma de a recuperar. A escala de severidade vive num eixo azul-laranja, fora do sistema de marca, e a cor nunca é o único canal.
Nenhuma superfície da Dei Corpus produz hoje um valor de severidade. A escala está fixada agora, com os tokens já declarados na folha de estilos, para que uma superfície regulada futura não tenha de a inventar sob pressão. Os valores que aparecem abaixo são ilustrativos e não têm origem em qualquer resultado.
✕ Escala convencional vermelho / âmbar / verde
✓ Escala Dei Corpus, eixo azul / laranja
Alterne a simulação. Na escala convencional, os três níveis colapsam num só tom e deixam de ser distinguíveis. Na escala Dei Corpus, a luminância, o glifo, a posição e as barras mantêm a leitura mesmo sem qualquer perceção de cor.
| Token | Hex | Papel na escala |
|---|---|---|
| signal.low | #0072B2 | Extremo inferior do eixo |
| signal.moderate | #56B4E9 | Ponto intermédio |
| signal.high | #E69F00 | Extremo superior |
| signal.critical | #D55E00 | Reservado. Sem uso enquanto não existir avaliação da conformidade |
| signal.absent | #9AA3B0 | Modalidade ausente ou dados insuficientes. Cinzento neutro, fora do eixo |
Um conjunto de entradas raramente estará completo. O estado de dados em falta tem token próprio e cinzento neutro, na linha da ISO 22324, e nunca é apresentado no extremo inferior do eixo. Ausência de dados não é ausência de severidade, e uma interface que confunda as duas coisas está a afirmar algo que ninguém calculou.
O eixo de decisão está entre clássico e contemporâneo. Serif contra sans é a pergunta errada: um serif inscricional lê legado ou eclesiástico, e um serif de contraste alto com cortes afiados lê ciência editorial. Todo o sistema assenta em licenças abertas, sem custo até haver financiamento.
Fraunces · variável · display e wordmark
Corpus, leitura e sinal
Três classes de sinais, uma saída calculada
Usa-se apenas no wordmark, em títulos de secção e em citações. Nunca em texto corrido, nunca em interface de produto. O carácter vem do contraste e do corte, e não da expressividade dos eixos opcionais.
Quando houver financiamento, o único upgrade justificado é licenciar GT Sectra ou Tiempos Headline para o wordmark, ganhando distinção proprietária. O resto do sistema mantém-se.
Todo o valor numérico usa font-variant-numeric: tabular-nums. Colunas de valores têm de alinhar verticalmente sem exceção, e a tabela de contrastes da §3 é o teste mais próximo disso neste documento.
0123456789
0,08 0,34 0,71
1 234,56
O zero cortado do Plex Mono elimina a confusão com a letra O em contexto de dados, o que é uma exigência de segurança antes de ser uma escolha estética.
Os ficheiros são servidos da própria origem, porque a Content-Security-Policy do sítio declara font-src 'self' e um pedido a um CDN de tipos seria bloqueado. Chegam três ficheiros: Fraunces variável nos eixos opsz e wght, IBM Plex Sans variável em wght de 100 a 700, e IBM Plex Mono num único corte estático, Medium 500. Todas as declarações usam font-display: swap e cada pilha termina numa família de sistema, para o documento continuar legível se um ficheiro faltar.
Três consequências, que valem mais registadas do que descobertas mais tarde. Os eixos SOFT e WONK do Fraunces não vêm no ficheiro, ficam nos valores por defeito e não podem ser variados em ecrã. O corte itálico também não vem: onde esta página pede itálico, o motor de renderização inclina o corte direito, e um itálico verdadeiro tem de ser licenciado antes de qualquer uso impresso. O monospace tem um só peso, pelo que os pesos que o documento pede acima de 500 resolvem todos no mesmo desenho.
Árabe · pilha de sistema · por rever
دي كوربوس · برمجيات بحثية
Este espécime não carrega webfont. Não existe ficheiro árabe em /fonts, e o texto acima cai na pilha do sistema operativo do leitor, pelo que o desenho varia de máquina para máquina e não pode ser tratado como decisão de marca. O plano continua a ser resolver a cobertura árabe dentro da mesma superfamília, com IBM Plex Sans Arabic, quando houver mercado que o justifique. A frase acima está por rever por falante nativo e não deve ser usada em nenhum material externo até lá. Motivos de geometria islâmica podem enriquecer materiais para o Golfo, mas tratam-se como camada de localização e nunca como núcleo da identidade. O verde é sagrado no Islão e não se usa de forma decorativa.
Frases curtas e factuais. Vocabulário de leitura e de medição. Nada de linguagem revolucionária ou disruptiva. Em fase pré-certificação, cada afirmação sobre desempenho é um risco regulamentar antes de ser uma escolha de estilo.
As frases marcadas com ✕ são citações de formulações proibidas, recolhidas para serem reconhecidas e recusadas. Nenhuma descreve o software.
Deteta qualquer doença em dez minutos, com exatidão superior à de um clínico.Afirmação de desempenho sobre produto sem marcação CE, sem número que a sustente e sem número que a pudesse sustentar. Viola o artigo 7.º do MDR e destrói credibilidade junto de reguladores.
Arquitetura de fusão multimodal validada em laboratório, apenas sobre dados sintéticos. TRL 4.Factual, verificável, e coerente com o estado real do desenvolvimento.
A revolução disruptiva do diagnóstico preventivo.Vocabulário de pitch genérico. Sinaliza ausência de substância técnica a um comité que avalia engenharia.
Correlaciona classes de sinais que hoje são lidas em isolamento.Descreve o mecanismo real e o problema concreto de que parte.
O Regulamento (UE) 2017/745 proíbe texto, nomes, marcas, imagens e sinais que induzam o utilizador ou o doente em erro quanto à finalidade, segurança ou desempenho do dispositivo, incluindo atribuir-lhe funções que não tem. Aplica-se a sítios, brochuras e todo o material promocional, mesmo antes de existir produto no mercado. Aplica-se, portanto, a este documento.
Todo o material externo transporta a faixa persistente no topo desta página, com a versão do documento e o estado regulamentar: software de investigação, sem marcação CE, não destinado a uso clínico. Não é rodapé, é elemento fixo de topo, e a string obrigatória leva o contraste mais alto disponível na faixa.
A frase é a mesma que o sítio serve em português, palavra por palavra. Um aviso que existe em duas versões diferentes deixa de ser um aviso e passa a ser uma discrepância a explicar.
A faixa da v0.1 dizia investigational. Foi retirada em revisão regulamentar. O artigo 2.º, n.º 46 do Regulamento (UE) 2017/745 define dispositivo para investigação clínica como aquele que é avaliado numa investigação clínica, e a Dei Corpus não conduziu nenhuma.
A palavra era, por isso, uma afirmação falsa sobre estado regulamentar feita em material promocional, e afirmava em silêncio mais maturidade do que existe: a um regulador implica aprovação de comissão de ética, promotor identificado, brochura do investigador e um número CIV registado no EUDAMED. Nada disso existe. A faixa passou a dizer software de investigação, que é o que o software é.
A v0.1 assinalava a tagline como potencial afirmação de desempenho, a rever antes de qualquer uso externo. A revisão foi feita e a frase caiu. Era A verdade do corpo, revelada com precisão, e falhou em três pontos independentes.
Faz da pessoa o objeto de uma operação do software, quando o software recebe sinais e não pessoas. Revelada funciona como sinónimo de uma afirmação de deteção, que é precisamente o que o artigo 7.º recusa a um produto sem marcação CE. Precisão é uma palavra de exatidão num sítio que não publica um único número de desempenho, porque nenhum existe e nenhum poderia ser sustentado com dados sintéticos.
A frase em uso é Três classes de sinais, uma saída calculada. Descreve a forma da entrada e a forma da saída, e cala-se sobre o significado da saída, que é o que ainda ninguém pode afirmar. Pela mesma razão, o nome interno da direção visual deixou de ser Precision Instrument e passou a Instrumento.
Logótipos de hospitais, institutos de investigação ou aceleradores só aparecem com autorização escrita e nunca em disposição que sugira endosso clínico do software. A formulação por defeito é "em colaboração de investigação com", nunca "validado por". À data desta versão não existe nenhum logótipo de terceiro autorizado, pelo que nenhum aparece.
Este documento é um documento de trabalho e não uma norma fechada. Está publicado em deicorpus.com/brand, pelo que tudo o que aqui está é material externo e responde às regras da §7. Registar honestamente o que falta é o que o torna utilizável.
Testar esta direção contra a alternativa sem serif e sem âmbar junto de três a cinco interlocutores do público-alvo. Se o âmbar gerar leitura de luxo, banca ou religião, abandona-se.
Ficheiros de marca vetoriais, grelha de aplicação, templates de documento, versão para impressão, um corte itálico licenciado para o Fraunces e a adaptação árabe completa com revisão local.
O nome e todo o texto público à luz do artigo 7.º do MDR, antes de cada publicação externa. A faixa de estado e a tagline já passaram por essa revisão em agosto de 2026, e o resultado está registado na §7.
v0.2 · agosto de 2026. A faixa de estado passou a dizer software de investigação. A tagline foi substituída. A direção visual perdeu a palavra precisão do nome. A tabela de contrastes foi recalculada e uma linha estava errada. A marca gráfica da §2 passou a mostrar a geometria que está em produção, copiada do componente, em vez do esboço anterior. Os tipos de letra passaram a ser servidos da própria origem.
As três primeiras alterações têm a mesma origem: nenhuma afirmação sobre exatidão ou sobre estado regulamentar fica num documento externo se a empresa não a puder sustentar. Alterar a faixa de estado ou a tagline exige a mesma revisão que as produziu.