Dei Corpus · Manual de marca v0.2 · 12 de agosto de 2026 SOFTWARE DE INVESTIGAÇÃO · SEM MARCAÇÃO CE · NÃO DESTINADO A USO CLÍNICO

Identidade visual · Direção A · Instrumento

DeiCorpus

Três classes de sinais, uma saída calculada.

Sistema de identidade para o motor de fusão multimodal da Dei Corpus, software de investigação que corre apenas sobre dados sintéticos. Escrito para ser lido por comités de avaliação, hospitais, reguladores e investidores institucionais, por esta ordem.

Convergência · três entradas, uma saída

§1 · Posicionamento e nome

Um nome com duas leituras, e uma regra para as governar

Corpus evoca em simultâneo o corpo humano e um corpus de dados estruturado. Dei permanece deliberadamente ambíguo. A identidade visual decide qual das leituras vence, e a decisão é institucional.

Leitura que lideramos

O corpo lido como corpus: classes de sinais que hoje vivem em sistemas separados, referidas ao mesmo eixo temporal. É esta a leitura que aparece no sítio, em candidaturas, em documentação regulamentar e em materiais para hospitais. Não traduzimos Dei de forma ativa.

Leitura que não escondemos

A camada pessoal do fundador fica disponível para quem quiser aprofundar, em entrevistas longas ou na história de fundação. Nunca é o primeiro plano nem material de marketing.

A frase em uso

Três classes de sinais, uma saída calculada.

Descreve a forma da entrada e a forma da saída. Não diz o que a saída significa, não a apresenta como resultado, e não contém uma palavra de exatidão. É a mesma frase que o sítio usa em português, servida do mesmo ficheiro de conteúdo, para as duas superfícies não poderem divergir. Substituiu a formulação anterior em agosto de 2026, pelas razões registadas em §7.

Ancora em ciência

  • Serif contemporâneo de contraste alto
  • Monospace para dados e metadados
  • Marca abstrata, assimétrica, não cruciforme
  • Paleta fria e técnica
  • Vocabulário de instrumento e de medição

Amplifica o eclesiástico

  • Dourado metálico, superfícies gilt, gradientes de ouro
  • Capitais inscricionais (Trajan e derivados)
  • Blackletter, uncial, textura
  • Qualquer marca cruciforme, halo ou brasão
  • Simetria heráldica e imagética litúrgica
§2 · Marca gráfica

Três entradas, um nó de registo

O software recebe classes de sinais com ritmos diferentes e devolve uma saída. A marca desenha exatamente isso: três traços de carácter deliberadamente distinto, um angular, um ondulante e um em degraus, que convergem num nó e saem como uma só linha. O anel é uma marca de alinhamento de instrumento e não um símbolo. A geometria abaixo é a que está em produção, copiada do componente que a desenha no sítio.

Construção

Grelha de 240 por 128. O nó fica em (166, 70), a 69% da largura e a 55% da altura, fora do centro nos dois eixos. As entradas chegam a cerca de 205, 180 e 152 graus e a saída parte a 0. Anel de raio 9. Área de proteção mínima igual a 2r, ou seja 18 unidades, em todos os lados.

Pesos e ritmo

As entradas têm traço de 1,75 e a saída 2,25, porque a saída transporta as três. O anel e as marcas de alinhamento ficam em 1,25. Cada traço tem remates e juntas próprios: esquadria no angular, redondo no ondulante, a direito no de degraus. Uniformizar os remates apaga a diferença entre as classes, que é o assunto da marca.

Dimensão mínima

24 px de altura em ecrã, 8 mm em impressão. Abaixo destes valores usa-se apenas o nó com a linha de saída, sem os traços de entrada.

Porque nada fica por baixo do nó

Há duas marcas de alinhamento, nunca quatro, e nenhuma é ortogonal à linha de saída. Nada é desenhado por baixo do nó e só um risco curto fica por cima. Nenhum recorte desta marca resolve numa cruz, que é a leitura que o setor arrasta e que este sistema recusa em §1.

Nunca

Não rodar, não aplicar gradiente, não preencher o nó a dourado metálico, não fechar o anel em cruz, não converter os traços numa linha de ECG literal, não redesenhar as entradas com o mesmo ritmo.

Motivos vedados na categoria

Hélice de ADN, linha de batimento cardíaco, cruz médica, molécula ou hexágono, rede de nós de inteligência artificial, silhueta humana, estetoscópio. Todos são clichés saturados no setor e comprometem a diferenciação junto de avaliadores que veem centenas de candidaturas.

§3 · Cor

Navy profundo, papel arrefecido, âmbar racionado

A superfície por defeito em ecrã é escura. O papel quente existe, mas como superfície de documento, nunca como fundo principal digital: liderar com off-white quente lê como wellness e não como engenharia.

Midnight
#14213D

Cor primária de marca. Cabeçalhos, superfícies institucionais, faixa de estado.

Ink
#0B1220

Superfície digital por defeito. Hero, aplicação, documentação em ecrã.

Ink raised
#111A2B

Superfície elevada. Cartões, painéis, tudo o que precisa de se destacar do fundo sem uma linha.

Paper
#F1EFE9

Superfície de documento e impressão. Espécimes, relatórios, papel timbrado.

Amber
#C0842A

Acento único. Máximo um elemento por vista. Nunca codifica severidade.

Slate
#5B6472

Texto secundário apenas sobre Paper. Sobre superfícies escuras falha o contraste mínimo.

Muted
#7A8494

Equivalente do Slate para superfícies escuras. Legendas, metadados, rodapé.

Mist
#9AA3B0

Texto secundário sobre Ink, estados inativos.

Haze
#E3E5E5

Texto corrente sobre Ink, separadores claros.

Rácios de contraste · WCAG 2.2 · calculados sobre a luminância relativa, com duas casas
CombinaçãoRácioTexto normalUso permitido
Paper sobre Ink16,28:1AAATítulos
Paper sobre Ink raised15,14:1AAATítulos dentro de cartões
Haze sobre Ink14,80:1AAATexto corrente
Midnight sobre Paper13,89:1AAADocumento impresso, espécimes
Haze sobre Midnight12,63:1AAAFaixa de estado, texto obrigatório
Mist sobre Ink7,35:1AAATexto secundário
Mist sobre Ink raised6,83:1AATexto secundário dentro de cartões
Amber sobre Ink5,86:1AATexto de acento, ícones
Slate sobre Paper5,20:1AALegendas sobre papel
Amber sobre Midnight5,00:1AAAcento na faixa de estado
Muted sobre Ink4,95:1AALegendas e metadados
Muted sobre Ink raised4,60:1AALegendas dentro de cartões
Slate sobre Ink3,13:1FalhaProibido em texto. Usar Muted
Amber sobre Paper2,78:1FalhaFalha também o mínimo de 3:1 para texto grande e para elemento gráfico essencial. Só ornamento

Os números foram recalculados

A tabela da v0.1 dava ao âmbar sobre Paper uma isenção para display acima de 36 px. Está errada: 2,78:1 fica abaixo do mínimo de 3:1 que o WCAG 2.2 exige para texto grande e para elementos gráficos essenciais, pelo que o par não é utilizável em nada que carregue informação. Cada linha desta tabela foi recalculada e verificada contra os hex acima.

Nenhum texto depende do fundo herdado

Toda a banda de conteúdo declara a sua própria cor de fundo, incluindo este ficheiro. Um documento que dependa do fundo do contentor fica ilegível assim que for aberto num visualizador que force tema claro, e um texto ilegível num manual de marca de software regulado é uma falha de conteúdo e não de estilo. A raiz declara também color-scheme: dark, para os controlos de formulário e as barras de deslocamento seguirem a mesma decisão.

Regra do âmbar

O âmbar foi dessaturado face à proposta inicial precisamente para deixar de ler como ouro. Continua a ser o elemento de maior risco do sistema: aplicado em excesso, ou com acabamento metálico, arrasta a marca para luxo, banca ou território eclesiástico. Um acento por vista, sem gradientes, sem dourado.

§4 · Escala de severidade

A cor da marca nunca codifica severidade

A deficiência de visão cromática vermelho-verde afeta cerca de 1 em cada 12 homens. Numa interface técnica isto não é uma questão estética: se a cor for o único codificador, uma parte previsível dos leitores perde a distinção e fica sem forma de a recuperar. A escala de severidade vive num eixo azul-laranja, fora do sistema de marca, e a cor nunca é o único canal.

Nenhuma superfície da Dei Corpus produz hoje um valor de severidade. A escala está fixada agora, com os tokens já declarados na folha de estilos, para que uma superfície regulada futura não tenha de a inventar sob pressão. Os valores que aparecem abaixo são ilustrativos e não têm origem em qualquer resultado.

Simulação de visão cromática · valores ilustrativos

✕ Escala convencional vermelho / âmbar / verde

Severidade baixa0,08
Severidade intermédia0,34
Severidade elevada0,71

✓ Escala Dei Corpus, eixo azul / laranja

B Severidade baixa0,08
I Severidade intermédia0,34
E Severidade elevada0,71

Alterne a simulação. Na escala convencional, os três níveis colapsam num só tom e deixam de ser distinguíveis. Na escala Dei Corpus, a luminância, o glifo, a posição e as barras mantêm a leitura mesmo sem qualquer perceção de cor.

Paleta funcional · base Okabe-Ito / Wong, segura para visão cromática
TokenHexPapel na escala
signal.low#0072B2Extremo inferior do eixo
signal.moderate#56B4E9Ponto intermédio
signal.high#E69F00Extremo superior
signal.critical#D55E00Reservado. Sem uso enquanto não existir avaliação da conformidade
signal.absent#9AA3B0Modalidade ausente ou dados insuficientes. Cinzento neutro, fora do eixo

Regra de degradação

Um conjunto de entradas raramente estará completo. O estado de dados em falta tem token próprio e cinzento neutro, na linha da ISO 22324, e nunca é apresentado no extremo inferior do eixo. Ausência de dados não é ausência de severidade, e uma interface que confunda as duas coisas está a afirmar algo que ninguém calculou.

§5 · Tipografia

Um serif contemporâneo, uma superfamília técnica

O eixo de decisão está entre clássico e contemporâneo. Serif contra sans é a pergunta errada: um serif inscricional lê legado ou eclesiástico, e um serif de contraste alto com cortes afiados lê ciência editorial. Todo o sistema assenta em licenças abertas, sem custo até haver financiamento.

Fraunces · variável · display e wordmark

Corpus, leitura e sinal

Três classes de sinais, uma saída calculada

Usa-se apenas no wordmark, em títulos de secção e em citações. Nunca em texto corrido, nunca em interface de produto. O carácter vem do contraste e do corte, e não da expressividade dos eixos opcionais.

Sistema tipográfico

DisplayFrauncesOFL
InterfaceIBM Plex SansOFL
DadosIBM Plex MonoOFL
ÁrabePilha de sistemaSem ficheiro

Quando houver financiamento, o único upgrade justificado é licenciar GT Sectra ou Tiempos Headline para o wordmark, ganhando distinção proprietária. O resto do sistema mantém-se.

Algarismos tabulares, obrigatórios

Todo o valor numérico usa font-variant-numeric: tabular-nums. Colunas de valores têm de alinhar verticalmente sem exceção, e a tabela de contrastes da §3 é o teste mais próximo disso neste documento.

0123456789
0,08  0,34  0,71
1 234,56

O zero cortado do Plex Mono elimina a confusão com a letra O em contexto de dados, o que é uma exigência de segurança antes de ser uma escolha estética.

O que esta página carrega, de facto

Os ficheiros são servidos da própria origem, porque a Content-Security-Policy do sítio declara font-src 'self' e um pedido a um CDN de tipos seria bloqueado. Chegam três ficheiros: Fraunces variável nos eixos opsz e wght, IBM Plex Sans variável em wght de 100 a 700, e IBM Plex Mono num único corte estático, Medium 500. Todas as declarações usam font-display: swap e cada pilha termina numa família de sistema, para o documento continuar legível se um ficheiro faltar.

Três consequências, que valem mais registadas do que descobertas mais tarde. Os eixos SOFT e WONK do Fraunces não vêm no ficheiro, ficam nos valores por defeito e não podem ser variados em ecrã. O corte itálico também não vem: onde esta página pede itálico, o motor de renderização inclina o corte direito, e um itálico verdadeiro tem de ser licenciado antes de qualquer uso impresso. O monospace tem um só peso, pelo que os pesos que o documento pede acima de 500 resolvem todos no mesmo desenho.

Árabe · pilha de sistema · por rever

دي كوربوس · برمجيات بحثية

Este espécime não carrega webfont. Não existe ficheiro árabe em /fonts, e o texto acima cai na pilha do sistema operativo do leitor, pelo que o desenho varia de máquina para máquina e não pode ser tratado como decisão de marca. O plano continua a ser resolver a cobertura árabe dentro da mesma superfamília, com IBM Plex Sans Arabic, quando houver mercado que o justifique. A frase acima está por rever por falante nativo e não deve ser usada em nenhum material externo até lá. Motivos de geometria islâmica podem enriquecer materiais para o Golfo, mas tratam-se como camada de localização e nunca como núcleo da identidade. O verde é sagrado no Islão e não se usa de forma decorativa.

§6 · Voz e tom

Sóbria na cadência, rigorosa no conteúdo

Frases curtas e factuais. Vocabulário de leitura e de medição. Nada de linguagem revolucionária ou disruptiva. Em fase pré-certificação, cada afirmação sobre desempenho é um risco regulamentar antes de ser uma escolha de estilo.

As frases marcadas com ✕ são citações de formulações proibidas, recolhidas para serem reconhecidas e recusadas. Nenhuma descreve o software.

✕ Não escrevemosDeteta qualquer doença em dez minutos, com exatidão superior à de um clínico.Afirmação de desempenho sobre produto sem marcação CE, sem número que a sustente e sem número que a pudesse sustentar. Viola o artigo 7.º do MDR e destrói credibilidade junto de reguladores.
✓ EscrevemosArquitetura de fusão multimodal validada em laboratório, apenas sobre dados sintéticos. TRL 4.Factual, verificável, e coerente com o estado real do desenvolvimento.
✕ Não escrevemosA revolução disruptiva do diagnóstico preventivo.Vocabulário de pitch genérico. Sinaliza ausência de substância técnica a um comité que avalia engenharia.
✓ EscrevemosCorrelaciona classes de sinais que hoje são lidas em isolamento.Descreve o mecanismo real e o problema concreto de que parte.
§7 · Uso em contexto regulado

Artigo 7.º do MDR aplica-se desde já

O Regulamento (UE) 2017/745 proíbe texto, nomes, marcas, imagens e sinais que induzam o utilizador ou o doente em erro quanto à finalidade, segurança ou desempenho do dispositivo, incluindo atribuir-lhe funções que não tem. Aplica-se a sítios, brochuras e todo o material promocional, mesmo antes de existir produto no mercado. Aplica-se, portanto, a este documento.

Linguagem permitida

  • Estamos a desenvolver
  • Investigação em curso
  • Arquitetura validada em laboratório
  • Explora a correlação entre classes de sinais
  • TRL 4, apenas com dados sintéticos

Linguagem proibida

  • Deteta, diagnostica, identifica doenças
  • Qualquer percentagem de exatidão ou de sensibilidade
  • Interfaces que simulem relatório clínico real
  • Testemunhos de doentes
  • Comparações de desempenho com dispositivos certificados

Faixa de estado obrigatória

Todo o material externo transporta a faixa persistente no topo desta página, com a versão do documento e o estado regulamentar: software de investigação, sem marcação CE, não destinado a uso clínico. Não é rodapé, é elemento fixo de topo, e a string obrigatória leva o contraste mais alto disponível na faixa.

A frase é a mesma que o sítio serve em português, palavra por palavra. Um aviso que existe em duas versões diferentes deixa de ser um aviso e passa a ser uma discrepância a explicar.

A palavra investigational saiu

A faixa da v0.1 dizia investigational. Foi retirada em revisão regulamentar. O artigo 2.º, n.º 46 do Regulamento (UE) 2017/745 define dispositivo para investigação clínica como aquele que é avaliado numa investigação clínica, e a Dei Corpus não conduziu nenhuma.

A palavra era, por isso, uma afirmação falsa sobre estado regulamentar feita em material promocional, e afirmava em silêncio mais maturidade do que existe: a um regulador implica aprovação de comissão de ética, promotor identificado, brochura do investigador e um número CIV registado no EUDAMED. Nada disso existe. A faixa passou a dizer software de investigação, que é o que o software é.

A tagline mudou, e porquê

A v0.1 assinalava a tagline como potencial afirmação de desempenho, a rever antes de qualquer uso externo. A revisão foi feita e a frase caiu. Era A verdade do corpo, revelada com precisão, e falhou em três pontos independentes.

Faz da pessoa o objeto de uma operação do software, quando o software recebe sinais e não pessoas. Revelada funciona como sinónimo de uma afirmação de deteção, que é precisamente o que o artigo 7.º recusa a um produto sem marcação CE. Precisão é uma palavra de exatidão num sítio que não publica um único número de desempenho, porque nenhum existe e nenhum poderia ser sustentado com dados sintéticos.

A frase em uso é Três classes de sinais, uma saída calculada. Descreve a forma da entrada e a forma da saída, e cala-se sobre o significado da saída, que é o que ainda ninguém pode afirmar. Pela mesma razão, o nome interno da direção visual deixou de ser Precision Instrument e passou a Instrumento.

Co-branding com instituições clínicas

Logótipos de hospitais, institutos de investigação ou aceleradores só aparecem com autorização escrita e nunca em disposição que sugira endosso clínico do software. A formulação por defeito é "em colaboração de investigação com", nunca "validado por". À data desta versão não existe nenhum logótipo de terceiro autorizado, pelo que nenhum aparece.

§8 · Governance

O que ainda não está decidido

Este documento é um documento de trabalho e não uma norma fechada. Está publicado em deicorpus.com/brand, pelo que tudo o que aqui está é material externo e responde às regras da §7. Registar honestamente o que falta é o que o torna utilizável.

Por validar

Testar esta direção contra a alternativa sem serif e sem âmbar junto de três a cinco interlocutores do público-alvo. Se o âmbar gerar leitura de luxo, banca ou religião, abandona-se.

Por produzir

Ficheiros de marca vetoriais, grelha de aplicação, templates de documento, versão para impressão, um corte itálico licenciado para o Fraunces e a adaptação árabe completa com revisão local.

Por rever

O nome e todo o texto público à luz do artigo 7.º do MDR, antes de cada publicação externa. A faixa de estado e a tagline já passaram por essa revisão em agosto de 2026, e o resultado está registado na §7.

Registo de alterações

v0.2 · agosto de 2026. A faixa de estado passou a dizer software de investigação. A tagline foi substituída. A direção visual perdeu a palavra precisão do nome. A tabela de contrastes foi recalculada e uma linha estava errada. A marca gráfica da §2 passou a mostrar a geometria que está em produção, copiada do componente, em vez do esboço anterior. Os tipos de letra passaram a ser servidos da própria origem.

As três primeiras alterações têm a mesma origem: nenhuma afirmação sobre exatidão ou sobre estado regulamentar fica num documento externo se a empresa não a puder sustentar. Alterar a faixa de estado ou a tagline exige a mesma revisão que as produziu.